Após extrema antecipação, mudanças de datas e várias teorias, a banda desativou todas as redes sociais na noite do dia 23 de Julho e menos de 24 horas depois, lançaram a nova intro ‘The 1975’, com a narração de Greta Thunberg sobre um assunto urgente. Ao mesmo tempo, o portal de notícias NME liberou várias informações sobre o novo álbum. Confira um resumo de todas as novidades.

‘The 1975’ ft. Greta Thunberg

A faixa liberada é uma instrumental com a voz da ambientalista mirim Greta Thunberg em um discurso motivacional sobre a necessidade de mudarmos a forma como tratamos o meio ambiente. Para esta nova versão da música, a banda viajou para a Suécia para se encontrar com Thunberg em pessoa, onde gravaram este manifesto emocionante que não apenas mostra por que ela se tornou a voz líder no mundo sobre mudanças climáticas, mas desafia os ouvintes a rebelar-se contra o sistema.

Em um artigo do The Guardian, está confirmado que os lucros da música, irão para a organização ‘Extinction Rebellion’, a pedido de Thunberg.

Novo single e ‘Notes On a Conditional Form’

Apesar de ser o primeiro gostinho do novo álbum, a faixa auto-intitulada não é lead-single do trabalho. Possivelmente intitulada ‘People’ (2 minutos e 40 segundos), a nova música já tem um countodown sendo realizado no site oficial da banda, estando programada para lançamento no dia 22 de Agosto às 15.30 (horário de Brasília), antecedendo o show como headliners no Festival Reading & Leeds, um sonho conquistado para os meninos.

Já o nosso querido ‘Notes On a Conditional Form’ está finalmente com uma data confirmada, chegando um pouco depois do esperado, o álbum será lançado mundialmente no dia 21 de Fevereiro de 2020. De acordo com a pré-venda do iTunes, o disco conta com 22 faixas. Ansiedade que não cabe no peito!

A The 1975 fez de novo, senhoras e senhores. Provando ser um dos nomes mais expressivos do cenário atual, a banda se reinventa mais uma vez, discutindo temáticas importantes e trazendo novos conceitos. A segunda etapa da era ‘Music For Cars’ começa agora!

Há um ano, a The 1975 preparava o solo para o que viria a ser a etapa mais ambiciosa e vanguardista de sua trajetória artística. Com um álbum aclamado universalmente, dois BRIT Awards em casa e mais de 60 shows depois, a banda está pronta para recomeçar este ciclo. Trabalhando em um ônibus-estúdio, os meninos já começaram a revelar pistas e ideias sobre a segunda parte da era ‘Music For Cars’, o extenso e antecipado ‘Notes On a Conditional Form’. Mesmo que o projeto ainda seja um mistério em muitos aspectos, podemos reunir várias informações sobre o que vem por aí.

Conceito e atmosfera

Apesar do ar de “to be continued…” no final de ‘I Always Wanna Die (Sometimes)’ – faixa que encerra o último álbum – o irmão caçula de ‘A Brief Inquiry Into Online Relationships’ parece não ter puxado nada dele. Algo confirmado desde o começo da divulgação do novo trabalho, é de que ele não será conectado com a primeira parte da era. Portanto, esqueçam a ideia do eu-lírico em reabilitação na era digital. ‘Notes’ promete trazer a The 1975 de volta para a casa, como um reencontro familiar, uma espécie de estudo do passado para entender o presente (e o futuro). A estética foi descrita por Matty como, “pessoal, noturna e cinematográfica”.

Em termos de sonoridade, podemos esperar extrema influência da cena britânica dos anos 2000, já que aqui se reforça o conceito inicial do ‘Music For Cars’: músicas que Matty Healy ouviria com os amigos na adolescência, no carro, provavelmente fumando maconha. O vocalista comentou em entrevista para a Rádio 101X, a inspiração do EDM (Música Eletrônica) para formação do disco, e recentemente, George compartilhou um trecho de seu trabalho com sintetizadores (algumas coisas nunca mudam). Obviamente, isso não significa a perda do caráter eclético da banda, prova disso, é a possível faixa ‘Anxiety’, descrita como uma “música clássica”.

Momento da teoria: Na língua inglesa, a ‘forma condicional’ é usada para se especular sobre o que poderia ocorrer, o que pode ter ocorrido e o que desejaríamos que ocorresse. Esse tipo de uso é conhecido como “passado irreal”. CON-CEI-TO!

Tracklist

Muito já se conhece sobre a possível tracklist do novo álbum. Matty mostrou alguns títulos via Stories do Instagram, outras citou em entrevistas e uma delas até cantou acusticamente. Por enquanto, essas são as faixas sobre as quais temos informações, mas não podemos afirmar com certeza se estarão no disco (tudo sobre esse álbum parece mutável).

  • The 1975 (Versão NOACF) – A introdução obrigatória da banda muito provavelmente estará presente, claro, reinventada e ajustada. Em entrevista para a Rádio X-Posure, Matty discutiu sobre a faixa: “Essa faixa é como receber um conhecido depois de algum tempo e reconhecer a pessoa, mas perceber que algo mudou.”
    [Probabilidade de estar no álbum: Altíssima]
  • Frail State Of Mind – A música teve participação do músico Roy Hargrove na composição do seu instrumental. O trompetista faleceu em Novembro de 2018, porém a música já havia sido gravada, o que pode ser colocado no álbum como uma homenagem. Para a Dazed, Matty comentou sobre a faixa: “É como se fosse uma música de uma banda de garagem do Reino Unido, é triste, tipo uma coisa que a banda Burial faria, é sobre ansiedade social, você sabe, sair de casa. Eventos sociais normalmente são bons, mas odeio o período que antecede eles.”
    [Probabilidade de estar no álbum: Alta]
  • Anxiety – Em março de 2019, Matty falou sobre a música sobre a primeira vez: “Há uma peça específica de música, uma peça clássica no disco. O título é apenas “Anxiety”. Porque representa essa tensão. Todos nós temos ansiedade, não é? É 2019.”
    [Probabilidade de estar no álbum: Média/Alta]
  • You (por Tim Healy) – A música foi completamente composta e gravada pelo pai de Matty. Em entrevista para a Beats1, Matty revelou um pouco do processo de criação: “Ele [Tim] tocou essa música para mim quando eu tinha onze anos, ele escreveu quando eu tinha cerca de dois anos. Eu acho que se chama ‘You’, eu disse à ele: “Não, eu já tenho uma música chamada ‘You’, você não pode chamar essa de ‘You'”. Então ele está mudando o nome. É só ele [cantando]. É ele no piano. Eu, quando sou muito pessoal, realmente honesto, é quando recebo a melhor reação do público. Então apenas tento fazer as pessoas sentirem coisas, acho que ter meu pai cantando no meu álbum vai fazer isso.”
    [Probabilidade de estar no álbum: Alta]
  • 102 – A faixa acústica que os fãs já amam há anos, foi a primeira composição de Matty. Talvez possa entrar no álbum para reforçar a ideia de adolescência que ele explorará. Algo que nos deixa com um pé atrás em relação a faixa, é o fato dela ter sido vazada em 2016 e re-lançada na versão japonesa do ‘ABIIOR’, em 2018. Porém, a faixa ‘How To Draw foi lançada em uma versão especial do ‘ILIWYS’ e voltou com cara nova para o último álbum, então isso também poderia acontecer com ‘102’, é incerto.
    [Probabilidade de estar no álbum: Baixa/Média]
  • 28 – A faixa é um instrumental da época da banda como Drive Like I Do. Foi tocada no último show da turnê ILIWYS, representando, de acordo com Matty: “O fim de uma era”, algo que combinaria com o fim da MFC. Ao ser perguntado se a produção estaria no ‘Notes’, Healy apenas respondeu um tweet com “Está”.
    [Probabilidade de estar no álbum: Média]
  • Playing On My Mind – Pouco se sabe sobre esta música, ela foi citada apenas uma vez, em uma entrevista para a NME: “Há ‘Playing On My Mind’ [no NOACF]. É só eu me perguntando muito para mim, tentando descobrir coisas.” Um trecho da música: “Could I play Batman. Will I be a fat man?”.
    [Probabilidade de estar no álbum: Média]
  • Gökotta – Palavra do sueco que significa: “acordar mais cedo para ouvir os pássaros cantando”, segue a ideia de Matty de usar palavras sem tradução para o inglês como títulos, assim como Petrichor, no último álbum. Em seu Twitter, ele postou um print de uma demo com o título da música e explicou seu significado.
    [Probabilidade de estar no álbum: Alta]
  • The Birthday Party – Provavelmente o primeiro single do álbum, a música já tem até um pôster de divulgação, postado nas redes sociais da banda. Sobre a canção, Matty revelou para a Dazed: “Eu ia fazer uma música que descrevesse a sensação de “estar em uma festa na casa de amigos aos 20, 25 e 29 anos”. Mas então percebi que não preciso fazer isso, só preciso descrever como é agora, porque minha carreira tem sido basicamente estar em festas na casa de amigos aos 20, 25 e 29 anos.”
    [Probabilidade de estar no álbum: Alta]
  • Jesus Christ 2005 God Bless America: Tocada acusticamente em algumas sessões de rádio dos EUA, a música vem sendo antecipada desde 2017, como uma faixa do (até então álbum) Music For Cars. A música discute o relacionamento de Matty com o cristianismo e a bissexualidade.
    [Probabilidade de estar no álbum: Alta]
  • Plastic Boyfriend – Descartada de todos os álbuns da banda até agora, Matty revelou em entrevista que está tentando “encaixá-la no ‘Notes'”. Apareceu pela primeira vez em 2012, em um tweet da banda: “My camera loves you. You’re it’s girl most in demand. You be my lipstick outline. I’ll be your plastic boyfriend”.
    [Probabilidade de estar no álbum: Média]

Data de lançamento

Um assunto delicado. O álbum já se tornou piada nas redes sociais por constantemente ganhar datas que sempre são antecipadas. No momento desta matéria, o primeiro single está previsto para as primeiras semanas de agosto, já que os meninos querem iniciar a divulgação do novo disco antes da apresentação como headliners do Festival Reading & Leeds, no dia 23 de agosto. O álbum, porém, deve chegar entre setembro e novembro, visto que banda estará em turnê pela Europa, Ásia e Oceania, nos meses anteriores.

Na última quinta-feira (4/4) acompanhamos a segunda vinda da The 1975 ao Brasil. Após a mobilização dos fãs, a empresa Queremos! ficou responsável por trazer uma das bandas mais aclamadas da cena indie-rock-alternativa (ou seja lá como Matty Healy deseja classificá-la), para o intimista Circo Voador, no Rio de Janeiro.
Logo de manhã, fãs já esperavam embaixo dos Arcos da Lapa para tentarem chegar o mais próximo possível da grade. Revezando sombras, alimentos e bebidas, o dia foi longo. A venda de ingressos não parecia ter sido bem sucedida, muitos comentaram o risco de ver a casa de shows sobrando espaço. Mas o improvável aconteceu, e logo a fila estava quilométrica. Muito sol, muita gente e muita ansiedade, e a empresa responsável dava sinais de despreparo.
A equipe da banda, pela primeira vez na turnê, tentou uma alternativa para agradar àqueles que chegaram cedo: distribuíram pulseiras enumeradas para os 100 primeiros. E só. Não houve qualquer decisão útil que visasse organizar a entrada – muito menos na espera exaustiva e desrespeitosa até a abertura dos portões. Ao liberarem o público, o resultado não poderia ser outro: caos. Empurra-empurra, correria, fãs passando mal. Enquanto isso o cooperativismo dos organizadores parecia falso, sem dar ao público posicionamentos firmes sobre qualquer acontecimento.
O amadorismo porém, foi compensado pela excelência do show. Os meninos, pela primeira vez no Rio, aumentaram a setlist, deixando-a extremamente completa e memorável. E foram ovacionados. O público exausto parecia inabalável nas duas horas de coro uníssono. Não faltaram momentos interativos, e engraçados, desde a preocupação de Matty com a segurança daqueles que assistiam o show da arquibancada, até o ‘calem a boca’ após pedidos da música ‘Sex’.
‘I Couldn’t Be More In Love’ foi o momento mais especial da noite, a música do último álbum, foi tocada pela primeira vez, de forma muito especial. Era notável a emoção do vocalista, de todos ali presentes.
Visto como um todo, a passagem da The 1975 pelo Rio de Janeiro teve altos e baixos. A inaptidão da empresa em organizar o evento foi um dos baixos, estranho para um projeto com experiência de anos no ramo. Entretanto, as partes boas falam mais alto na memória. A capacidade da banda de trazer um show de proporções enormes, acostumadas com arenas e palcos complexos, para o ajustado Circo Voador foi admirável. A falta das famosas estruturas dos shows anteriores mal foram notadas, a presença de palco fez parecer um show completo. E foi, estava tudo ali, em uma noite comum de quinta feira, com uma das maiores bandas do mundo se apresentando na Lapa. Histórico e inesquecível. E os fãs enfrentariam tudo novamente.

Setlist completa:

  1. The 1975 (Versão 2018)
  2. Give Yourself a Try
  3. TOOTIMETOOTIMETOOTIME
  4. She’s American
  5. She Way Out
  6. Sincerity Is Scary
  7. It’s Not Living (If It’s Not With You)
  8. Loving Someone
  9. I Couldn’t Be More In Love (Primera vez ao-vivo)
  10. A Change of Heart
  11. Robbers
  12. Fallingforyou
  13. You
  14. I Like America & America Likes Me
  15. Somebody Else
  16. I Always Wanna Die (Sometimes)
  17. If I Believe You (Primeira vez na turnê MFC)
  18. Love It If We Made It
  19. Chocolate
  20. The Sound
  21. Sex

Finalmente teremos a The 1975 em solo brasileiro novamente! Sabemos que os ânimos estão à flor da pele e com isso podem surgir diversas dúvidas, portanto, resolvemos reunir em um único post todas as informações divulgadas até o momento.

 

AGENDA: Serão 6 shows em 5 países da América do Sul.

28/3 Festival Asuncionico, Asunção, Paraguai.

30/3 Festival Lollapalooza, Santiago, Chile.

31/3 Festival Lollapalooza, Buenos Aires, Argentina.

04/4 Circo Voador, Rio de Janeiro, Brasil.

05/4 Festival Lollapalooza, São Paulo, Brasil.

06 ou 07/4 Festival Estereo Picnic, Bogotá, Colômbia.

 

INGRESSOS: Preços para os shows do Brasil.

Rio de Janeiro (Circo Voador) – R$240 (Inteira); R$120 (Meia OU 1K Alimento OU Clube O Globo) https://bit.ly/2Ge72zv

São Paulo (Lollapalooza)* – R$800 (Inteira); R$400 (Meia); R$440 (Entrada Social); R$680 (Inteira p/ cliente Bradesco ou Next); R$340 (Meia p/ cliente Bradesco ou Next); R$374 (Entrada Social p/ cliente Bradesco ou Next). https://bit.ly/2PAmoha

*Valores referentes ao Lolla Day (1 dia de Festival). The 1975 tocará na sexta (5/4).

 

FAIXA ETÁRIA

Rio de Janeiro – Menores de 18 anos têm duas opções: Irem acompanhados de um responsável legal (requer preenchimento de um formulário) ou irem desacompanhados (também requer preenchimento de um formulário, porém este deve ser registrado em cartório). Formulários: http://bit.ly/autorizacaomenoresrj

São Paulo – A partir de 15 anos, todos podem entrar. De 5 a 14 anos, tem que estar acompanhado dos pais ou responsáveis legais. Menores de 5 anos não podem entrar. Crianças até 10 anos não pagam. Não requer formulários.

“Não há bandas grandes fazendo algo tão interessante quanto nós”, Matty Healy diz a Billboard no começo do ano. E ele provou estar certo meses depois, ao dar luz ao álbum mais intrigante e genial dos últimos tempos. ‘A Brief Inquiry Into Online Relationships’ nasce da junção de dois modelos científicos já atestados pela banda tempos antes: a experimentação e a observação; fazendo do quarteto, verdadeiros alquimistas musicais, capazes de não somente liderar o rock atual, mas manter, uma estética rica e inteligente.

Aliás, tentar encaixar The 1975 em um gênero musical, se demonstra cada vez dia mais impossível (e desnecessário). O novo disco atesta a sagacidade dos músicos de viajar por décadas e estilos completamente diferentes, seja com samples de Joy Division (‘Give Yourself a Try’) ou baladas de Neo-Jazz (‘Mine’), amarrando tudo em 58 minutos de reflexões e minimalismos.

Entregar um trabalho artístico que discuta problemas pessoais enquanto dialoga com a sociedade moderna, não é um trabalho fácil, mas nesse caso, soa tão natural que espanta, em sua genialidade e adequação. ‘A Brief…’ é um álbum que só faria sentido aqui e agora, e isso o tornará atemporal com o passar dos anos. Comparações com ‘OK Computer’ já foram feitas por basicamente qualquer crítico musical, e com razão. Radiohead e The 1975 souberam reunir pré-conceitos do público após dois álbuns de peso e retornar com um terceiro projeto visionário em suas próprias circunstâncias, em 1997 onde a internet era um luxo, e em 2018, onde o eu-lírico e o ouvinte são nativos digitais.

Matty, em seu primeiro álbum completamente sóbrio, transforma a psicodelia em honestidade, com letras sobre terapia, solidão e vício, e junto a George, Adam e Ross, cria um ambiente relaxante e preocupante, dissecando a humanidade e deixando o espectador tirar suas próprias conclusões, seja com gritos (‘Love It If We Made It´) ou quase-sussurros (‘Be My Mistake’).

O interlúdio (‘A Man Who Married a Robot / Love Theme’), usa Siri para contar uma história estilo ‘Her’ (2013), enquanto um instrumental melodioso toca ao fundo, tentando abraçar um tema pouco instigado por qualquer outro grande artista atual. ‘Inside Your Mind’ flerta com a guitarra do primeiro álbum e a melancolia grandiosa do segundo, como uma grande metalinguagem em um projeto já fortemente auto-reflexivo.

‘How To Draw / Petrichor’ é o auge da criatividade temática do quarteto, misturando falhas computadorizadas com dois atos harmonicamente interligados, criando um êxtase musical que só a The 1975, em todo o seu ego e inovação, poderia criar. ‘TOOTIME…’ é o momento mais pop de todo o álbum mas é essencial para a construção de um leque de traços musicais ainda mais diversificado e abrangente. E a jornada acaba com a épica ‘I Always Wanna Die (Sometimes)’, um encerramento digno da proposta inicial, uma experimentação moderna. E é isso que eles fazem, um movimento sobre a geração milenar e suas problemáticas, uma faixa emocionante e crua.

De qualquer forma, é um trabalho de importância contemporânea buscando ser histórico. Dá palco a temáticas sociais variadas e estuda o presente e suas formas. Ao final, julga muito, mas apresenta maturidade, legado e sabedoria, colocando a banda como um nome artístico de grande força, capaz de produzir conteúdo que requer uma análise para ser digerido, e isso é o suficiente para uma juventude cada vez mais crítica e intensa.

Por Luiz Henrique Otto

 

‘A Brief Inquiry Into Online Relationships’ já está disponível em todas as plataformas!

Ouça: smarturl.it/abiior