Como D’Angelo e Christina Aguilera inspiraram o novo álbum

Quando o quarteto de Manchester surgiu em 2013 com seu álbum de estreia, The 1975 (e o single glamouroso “Sex”), foram anunciados como reavivadores do rock com uma elegante combinação de melodias new-wave dos anos 80 e ritmos para mexerem os quadris.

Mas na continuação antecipada I Like It When You Sleep, For You Are So Beautiful Yet So Unaware Of It, previsto para 26 de fevereiro, o The 1975 está indo numa direção de estilo pop dos anos 90, graças a um amplo agregado de influências; desde D’Angelo e o começo de Christina Aguilera até Jimmy Jam e Terry Lewis, produtores de Janet Jackson.

“Você provavelmente escuta muitas coisas diferentes nos dias de hoje — é assim que todos na nossa geração consumem música.” vocalista Matthew Healy diz à EW. “E eu queria fazer um álbum que fosse realmente moderno. Meu único medo é ser retrógrado.”

Então, qual é a desse título enorme? Healy lembra ter dito isso à uma namorada, nas palavras dele, “numa situação menos romântica do que você imagina.” e tornou-se uma frase guia enquanto a banda escrevia canções. “Eu informei a todos que esse seria o título, e essa decisão fez parte da criação de todo o álbum.” ele diz.

Pontos altos das 17 faixas prodigamente produzidas incluem “Love Me” com uma estrutura no estilo Prince, a sintetizada “UGH!” e a ambiente, sem letra, vinda de um sonho “Please Be Naked”. “É um álbum bem, bem produzido.” Healy, que co-produziu a coleção, diz. “É meio engraçado — nós fomos englobados com essas bandas de guitarras no Reino Unido, no começo, mas é melhor nos chamarem de banda de bateria ou banda de microfone. Guitarra é a última coisa que nós pensamos.”

Fonte: Entertainment Weekly
Leia a entrevista em inglês, na íntegra, no site ew.com.
(Janeiro 2016)






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