The 1975 não irá se acomodar no comum

Eles podem liderar com o pior nome de álbum em 2016, mas não deixe que isso impeça o show visual que será apresentado no final de janeiro, quando o The 1975 chegar em Perth, Austrália.

Novo álbum I Like It When You Sleep, For You Are So Beautiful Yet So Unaware Of It não será lançado até um mês antes da visita da banda indie rock de Manchester, mas o espetáculo designado para acompanhar já está sendo aclamado como inovador.

“Nós queríamos que fosse uma instalação de arte elevada, ao invés de um show de luzes que todo mundo já havia visto um milhão de vezes.” vocalista Matthew Healy disse da Califórnia.

“Pessoas do mundo da iluminação estão falando com grande respeito — é algo bem elaborado, bonito, construído de vídeo ao invés de luzes, e não usando vídeo da forma tradicional.”

Os Mancunians não são nada senão ambiciosos. O álbum autointitulado provou que eles tinham jeito quando ficou no topo das paradas do Reino Unido.

Os últimos singles, ‘Love Me’ e ‘Ugh!’, se ajustam num rock dos anos 80, nos fazendo pensar imediatamente em INXS e Duran Duran.

“Eu acho que eles sempre foram inspirações, mas nós queríamos referenciar isso o tempo todo. Como Talking Heads em Speakin in Tongues, Peter Gabriel em So, INXS em Kick, e Bowie.” Matty diz.

“Eu queria fazer uma canção (‘Love Me’) que fosse realmente irônica, que se sentisse familiar, glamourosa e nostálgica, mas que também fosse bem atual e falasse sobre a atualidade.”

No caso do álbum, os fãs serão perdoados por acharem que, após a estréia com 16 faixas, o The 1975 iria suavizar sua visão panorâmica. Não é o caso.

“Se você acha que o primeiro foi um caso épico, esse seria tipo Game of Thrones.” Healy afirma. “É maior e cobre mais chão, 17 faixas, todas são estilisticamente diferentes.”

“Nós ouvimos à tipos diferentes de música, então criamos vários diferentes tipos.” ele diz, “É por isso que esse álbum vai de ambient house até a animada ‘Love Me’, até completo R&B e sete minutos de momentos shoegaze.”

“Acho que é verdadeiramente um álbum moderno, na verdade, não há nenhuma regra de estilo.”

Fonte: The West Australian
Leia a entrevista em inglês, na íntegra, no site au.news.yahoo.com/thewest.
(Dezembro 2015)






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