Vídeo de “Love Me”

Com “Love Me” nós queríamos capturar a aquisição de sucesso e excesso que fascina com tons de neon, o ímpeto gritante, um torpor sensual. Tudo é RIDÍCULO! Mas, será que é? Tudo que sei é que a única arte que vale a pena investir é aquela que o faz sentir pessoalmente abordado. Uma simples verdade, ou um conjunto de verdades, que reanimam uma conscientização e paixão dentro do indivíduo e, fazendo isso, mergulham em um senso de comunidade fundado naquela mesma conexão pessoal ou experiência. Muitos artistas se importam com o que os outros pensam – nós somos pela “comunidade” – uma observação não linear sobre tudo o que aconteceu e está para acontecer, a ausência de entendimento do mundo que nós fazemos parte. Uma noção pré-irônica do mundo moderno. Selfie se tornando mitologia. Criando da mesma forma que consumimos. Fragmentos de cultura. Não nos contentando com o que recebemos. VIEMOS APENAS PARA REPRESENTAR UM DECLÍNIO NOS PADRÕES DAQUILO QUE ACEITAMOS.

Matthew Healy, 28 de Outubro de 2015.

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