The 1975 lança contagem regressiva provocadora

Alguma coisa está marcada para acontecer às 20h do dia 8 de outubro. Isso é tudo o que sabemos.

O The 1975 postou uma contagem regressiva provocadora em seu website, com o relógio marcado para parar às 20h de uma quinta-feira, dia 8 de outubro.

Os roqueiros de Manchester têm um histórico em provocar através de suas redes sociais, já levaram alguns fãs à acreditarem que eles teriam terminado ao postarem uma mensagem enigmática e apagarem suas contas, em Junho. As contas foram trazidas de volta na manhã seguinte, repletas de rosa, devido a nova imagem da banda, e a divulgação da nova turnê.

A “declaração” postada pelo vocalista, Matty Healy, antecedendo o desligamento das redes sociais, dizia: “A identidade que projetamos deve mudar, não apenas visualmente, mas filosoficamente – como vocês farão isso? Primeiramente, nós devemos reivindicar nossa identidade & tomar o controle dela… Até lá não haverá nenhuma música pop ou danças com cabelo comprido.”

E continua: “A parte mais difícil de qualquer relacionamento é dizer adeus. Mesmo que quiséssemos que as coisas continuassem as mesmas, a mudança é algo inevitável na vida. Nós não podemos simplesmente continuar para sempre –  continuando sempre os mesmos, nunca evoluindo. Então, devemos partir, com um último “nós amamos vocês – nós já fomos embora.”

Antes do incidente das redes sociais, entretanto, a banda havia dado uma dica sobre o segundo álbum, postando uma imagem embaçada do “The 1975 – 2”. Mais tarde, Healy mencionou que o álbum sairia em 2016 e, adicionou, não será chamado “2”.

O The 1975 estará em turnê pelo Reino Unido em novembro.

Na declaração que acompanhou as datas da turnê, eles afirmaram: “Esse é o começo de um novo capítulo para o The 1975. Nosso novo álbum significa o começo de um novo mundo para nós, um mundo mais colorido – um mundo menos colorido. Nós queremos fazer shows, queremos uma real experiência compartilhada. Nós queremos fazer shows ENORMES, que nunca pensamos que fossem possíveis. Queremos tocar em festivais que as pessoas falarão por anos, porque foi divertido e era música e o clima estava perfeito. E nós queremos ser honestos, caso contrário, qual o sentido? Então, a melhor forma de começarmos é da maneira que fizemos antes – em locais que amamos e lugares que pareçam íntimos o suficiente para fazermos um novo show apropriado. Com pessoas que realmente querem estar lá. Ou precisam estar lá, em alguns casos extremos.”

Fonte: NME
Leia a entrevista em inglês, na íntegra, no site da NME.com.
(Setembro de 2015)






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